O consumo de adoçantes artificiais podem causar uma série de problemas que a as dietas tentam evitar. Um novo estudo realizado constatou que a sacarina contida nesses adoçantes interferem na atividade microbiana do intestino, alterando metabolicamente atividades que estão associadas à obesidade e diabetes.
Diversos adoçantes de caloria zero podem ocasionar os mesmo problemas, segundo estudo publicado na revista Nature, na último quarta (17/09). Embora o estudo ainda esteja em desenvolvimento, foi notado em quatro dos voluntários para esse estudo que possuem uma dieta rica em sacarina um desenvolvimento no metabolismo da glicose, ou seja, um sinal de alerta para o diabetes tipo 2.
"Isso é muito interessante e assustador se ele realmente se sustenta para os seres humanos", diz Robert Margolskee do Monell Chemical Senses Center, na Filadélfia, que não estava envolvido com o trabalho. "Não poderia haver consequências não intencionais desses adoçantes artificiais."
Até recentemente, a maioria dos substitutos de açúcares foram pensados para passar através do intestino sem ser digerido ou para exercer pouco ou nenhum efeito sobre as células intestinais. Como em ingredientes no refrigerante diet, sobremesas sem açúcar e uma série de outros alimentos, os adoçantes são uma alternativa para as pessoas com diabetes e problemas de peso desfrutar de uma dieta variada.
Mas o novo estudo, liderado pelo biólogo computacional Eran Segal e o imunologista Eran Elinav do Instituto Weizmann de Ciência em Rehovot, Israel, sugere que, em vez de ajudar as pessoas, os adoçantes podem promover problemas.
Após 11 semanas de água dopada com adoçantes à base de sacarina, sucralose ou aspartame potável, ratos tinham níveis anormalmente elevados de glicose no sangue depois de consumir as substâncias. Alimento digerido fica dividido em glicose, o hidrato de carbono mais comum, o qual, em seguida, entra na corrente sanguínea para ser utilizado como combustível ou armazenado, muitas vezes na forma de gordura. Quando o metabolismo da glicose é prejudicada, os níveis de glicose no sangue - uma característica da diabetes - pode resultar.
Como os níveis de glicose no sangue eram mais fajuto nos ratos alimentados com sacarina, os pesquisadores se concentraram nessa substância, que é encontrada no adoçante, geleias, molhos para saladas, vitaminas e muitos outros alimentos de baixa e/ou sem calorias. Os cientistas deram a sacarina para ratos que foram alimentados com uma dieta rica em gordura. Os ratos tiveram problemas no metabolismo da glicose em menos de cinco semanas, o que sugere que o adoçante teve o mesmo efeito independentemente de camundongos que eram magros ou com sobrepeso. Enquanto isso, os ratos que consumiam água com glicose manteve o metabolismos normal.
Análises genéticas dos micróbios no intestino dos ratos revelou grandes diferenças nos grupos de microrganismos presentes em ratos alimentados com sacarina em comparação com os ratos com uma dieta regular.
"Esta é uma experiência em laboratório", diz o imunologista Cathryn Nagler, da Universidade de Chicago. "Ela está dizendo que é alguma mudança na comunidade bacteriana que é prejudicial."
Em suma, o uso de adoçantes pode prejudicar mais que ajudar no controle de doenças causadas pelo excesso de açucares.
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| Um novo teste de urina pode poupar tempo crucial no diagnóstico de infecções do trato urinário causadas por micróbios resistentes aos medicamentos tais como Escherichia coli (na imagem). |
Cientistas relataram no último domingo (07/09) na Conferência de Interciência sobre Agentes Antimicrobianos e Quimioterapia um método novo, rápido e inovador para diagnosticar e reduzir os atrasos no tratamento de infecções urinária.
Segundo o site de notícias,
Science News, somente nos EUA, as bactérias são responsáveis por 8,6 milhões de casos de ITUs (Infecções do Trato Urinário) anualmente. Até então, para combater esse problema, os antibióticos eram a primeira opção, mas os micro-organismos estão evoluindo e se tornando resistentes aos medicamentos.
A dectecção da doença é feito através de uma amostra de urina. Mas o processo é demorado, o que pode contribuir positivamente para o aumento e desenvolvimento da doença durante o processo de análise. O novo método, porém, requer um tempo de 30 minutos.
A análise foi realizada da seguinte maneira: os pesquisadores adicionaram um líquido vermelho que muda de cor com a acidez provocada pelas bactérias a partir de uma amostras de urina. Se as bactérias fazem as enzimas antidrogas, a acidez aumenta no líquido e a amostra fica amarela. Em um estudo com 450 amostras de urina, a precisão do exame - 98% - rivalizava com métodos mais lentos que crescem bactérias. O novo teste custaria cerca de 2 a 3 dólares, por exemplo.
O novo método pode ajudar os médicos a escolherem mais cedo qual medicamento e que quantidade usar para tratas as ITUs.
Que exercícios físico, boa alimentação e uma agradável noite de sono faz bem ao corpo não é novidade, mas praticar exercícios é fundamental para que se tenha uma melhor qualidade do sono, diz especialista em entrevista para a Rádio Estadão.
Segundo o instrutor da Bodytech Campinas, Vinicius Concon Risso,
O processo de treino é degenerativo. Há um gasto maior de glicose muscular e a temperatura do corpo também aumenta para treinar. O próprio organismo pede um sono maior
Ou seja, se há um gasto maior de energia, há uma necessidade maior do organismo de se recuperar. Risso explica que durante o sono, o metabolismo tem um gasto calórico mínimo, o que é ideal para essa regeneração.
É importante destacar que a quantidade e intensidade dos exercícios pode variar de pessoa pra pessoa, mas as recomendações gerais são de 3 vezes por semana, com intervalo entre os dias, para descanso.
O instrutor alerta que treinar pouco antes de dormir, pode atrapalhar o sono, devido a agitação que os exercícios proporcionam e a liberação dos hormônios excitatórios, mas Risso garante que isso é apenas questão de costume.
É necessário ensinar o corpo a liberar os hormônios excitatórios até que ele se acostume, e quanto mais estímulos a pessoa conseguir dar, mais rápido o organismo vai se adaptar
Risso ainda afirma que se houver uma pausa maior entre os intervalos dos exercícios, maior é o período de adaptação do corpo; e alerta sobre os horários recomendados para as atividades, das 15h às 21h. "Entre fazer exercício em um horário que não é 'recomendado' e não fazer nada, faça mais tarde", conclui.